Situação:
Cerca de 4.000 crianças de famílias imigrantes latino-americanas vivem nas imediações de Santiago do Chile. Elas não possuem vistos de permanência e, por isto, não podem usufruir dos benefícios do sistema de saúde e nem freqüentar a escola. Elas vivem sob condições indignas em estabelecimentos superlotados e correm o risco freqüente de serem estupradas nestes locais.
Metas do projeto:
Que as crianças do projeto tenham acesso ao sistema de educação e saúde, mesmo sem visto de permanência e carteira de identidade, que os pais dessas crianças aprendam a fazer uso desses benefícios, e, com isto consigam melhorar as suas condições de moradia e de vida, que o direito das famílias imigrantes à assistência médica e aos cursos profissionalizantes seja fortalecido em âmbito municipal e que a política governamental se dedique para fazer valer os direitos dessas crianças
Atividades no relatório anual:
206 crianças receberam apoio individual. Funcionários do projeto as auxiliaram com as tarefas escolares - com isto, o rendimento escolar e as chances dessas crianças de se integrarem na escola aumentaram. Oficinas de teatro e de artes ajudaram meninas e meninos a saírem nas horas de lazer dos estabelecimentos superlotados onde moram. Os pais foram informados sobre como seus filhos poderiam obter documentos, sobre a possibilidade de freqüentar uma escola e o acesso à assistência médica. Coletivo Sin Fronteras fundou grupos de trabalho com a participação de instituições estatais que devem estabelecer legalmente a implementação das regras dos direitos das crianças imigrantes.
Riscos do projeto:
Os imigrantes correm risco constante de serem extraditados.
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