A cada 20 minutos, em algum lugar do mundo, explode uma mina terrestre e fere pelos menos uma pessoa. Geralmente, as vítimas da explosão sofrem com as conseqüências: deficiências físicas, como por exemplo, a perda de um membro ou a mutilação do corpo. A Kindernothilfe se engaja no Grupo de Ação Minas Terrestres (Aktionsbündnis Landmine.de) para proibir o uso de minas terrestres.
Motivos
Milhares de mulheres, homens e crianças morrem, a cada ano, em conseqüência da explosão de minas. Em 68 países do mundo, existem cerca de 100 milhões de minas terrestres espalhadas: nos campos de cultivo, nas ruas, atalhos ou tanques de água. A cada 20 minutos, uma pessoa é ferida ou aleijada devido à explosão. As minas não destroem só os seres humanos, elas ocasionam também grandes danos à agricultura e à infra-estrutura de um país. Os custos para a retirada de minas são enormes. A desativação de uma única mina custa cerca de US $ 1.000, contudo, gasta-se cinco vezes mais para dar assistência a uma vítima dessas explosões que, geralmente, causam a amputação de um membro, fazendo com que a vítima necessite de uma prótese para o resto de sua vida.
As bombas de fragmentação são uma ameaça para a população em mais de 25 países. Apenas os EUA, a China e a Rússia possuem mais de três bilhões de exemplares deste tipo de munição. As bombas são utilizadas como munição de fragmentação e como são lançadas por aviões,se espalham por grandes áreas, se abrem e liberam centenas de pequenos explosivos nocivos e letais.
O objetivo é coletar um milhão de assinaturas
O Grupo de Ação Minas Terrestres (Landmine.de), do qual a Kindernothilfe faz parte, iniciou um abaixo-assinado entre os cidadãos para aumentar a pressão junto às autoridades responsáveis. Já foram colhidas, até agora, mais de 900 000 assinaturas reivindicando os seguintes pontos:
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